Amigo
fosse-me o corpo jovem mais que a mente e atreveria verdades no olhar-te.
e no entanto o meu corpo ainda é quente e queira ou não, ainda sei amar
o que é que se interpõe? - tu próprio e tanta gente
tanto caminho me separa de ti ! tanto caminho - sei - a não pisar.
virgens de mim , dos meus traços de afecto, ficarão os caminhos
tão livres quanto são
e eu? eu refugiu-me num calmo fantasiar
a olhar-te e a amar-te e a contornar-te de longe o rosto com a mão.
mas basta-me então esse imaginado tactear?
não, meu Amigo. é bem claro que não.
e já que não posso chamar-te meu amor, uso da liberdade que me assiste
de não fingir tratar-te como irmão.
mais Florbelas, não!
6 Comentários:
Às 12/12/06 9:36 da tarde ,
Teresa Durães disse...
o filme - Alguém tem de ceder - Jack Nicolson, em que ele é bem mais velho!!!!!
hello??????
(mas anada tudo doido a pensar que estão mortos enterrados??? e depois têm o descaramento de ir ao Voando mandar bitates! ora ora ora!!)
Às 12/12/06 9:42 da tarde ,
Non disse...
( mas quem é que lhe disse que havia aqui alguém "bem mais velho"? lol)
Pois linda, vou ver se nã me esqueço da Minha idade.
Bjs
Às 13/12/06 2:14 da manhã ,
tempo disse...
a mão que permite um doce tocar...
tudo que puderes tocar.
a mão caminhos estreitar.
estarei errado?
cordda
Às 13/12/06 5:30 da tarde ,
gabriela rocha martins disse...
ficaria surpreendido(a) se este texto não fosse mais um belíssimo poema em prosa
tudo o mais é paisagem
um beijo!
Às 15/12/06 6:49 da tarde ,
Anónimo disse...
Bela fotografia. Agradesceste a aniap?
:)
Às 15/12/06 11:37 da tarde ,
Silvestre Raposo disse...
Por fim vou conseguir colocar o comentário. Abraço grande enorme como a grandeza deste poema
Beges quemadre
Enviar um comentário
Subscrever Enviar feedback [Atom]
<< Página inicial